Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

O PS apresentou ontem o seu programa eleitoral. Para além da questão dos 200 euros para os petizes, já aqui referida, as medidas avulso que os socialistas propõem devem ser desmascaradas.

1 – Relançamento da Economia - É verdade que este Governo apanhou em cheio com a crise, mas não só mostraram uma clara desorientação, como as propostas que apresentaram para a debelar (ex. grandes obras públicas) ficaram aquém da solução. Este Governo não tem a resposta para o relançamento da Economia. Não a teve nos últimos quatro e Deus nos livre da maioria do eleitorado achar que as poderiam ter para os próximos quatro.

2 – Promoção do emprego - Em 2005, prometeram 150 mil novos empregos. Nunca tanto como nestes quatro anos o desemprego subiu.

3 – Políticas sociais – Tirando uma solução de remendo para a Segurança Social, as políticas sociais falharam. Nunca tanto como agora há excluídos, necessitados, pobres e novos pobres, à procura de respostas que o Estado não dá.

4 – Casamento entre pessoas do mesmo sexo – Folclore de um partido que tenta piscar o olho à esquerda. Não é um assunto em agenda e, quando o foi, ainda nesta legislatura, o PS inviabilizou a proposta do Bloco.

5 – Referendo sobre a regionalização – Depois do aborto, este é o segundo espinho encravado na garganta socialista. O País não sente necessidade de uma mudança nesta área.

6 – Sistema de Justiça mais célere – Casa Pia, Freeport, BPN, BPP… os exemplos podiam continuar. A proposta de uma justiça mais célere é, certamente, o momento de humor deste programa eleitoral.

7 – Reforçar as forças de segurança – Com este Governo houve menos Polícias, menos condições para as forças de segurança e um aumento sem precedentes da criminalidade.

8 – Reforma fiscal que favoreça a classe média – nos últimos 4 anos, este Governo tudo fez para, praticamente, acabar com a classe média em Portugal: Tributação fiscal injusta, menos benefícios sociais e fiscais são alguns dos exemplos que me ocorrem de momento.

9 – Internacionalização das empresas nacionais, em particular as PME´s – Mais um folclore. Tomara as empresas que o Estado lhes pagasse o IVA a tempo e horas, quanto mais que garantisse possibilidades de internacionalização…

10 – Fundo de 250 M€ para a internacionalização das PME´s – Na sequência do ponto anterior. Onde? Quem paga? Há mecanismos céleres ou toneladas de burocracia?

11 – Reforma do IRS, com um modelo progressivo favorável às classes médias – Uma ideia que surge de quatro em quatro anos e que misteriosamente desaparece ao longo da legislatura.

12 – Revisão da Lei Eleitoral, com reconfiguração dos actuais círculos eleitorais – Embora não seja assumido, lá vem a eterna conversa dos círculos uninominais. Não interessa ao comum dos mortais e mesmo entre a classe política a opinião não é unânime.

13 – Combate à corrupção – Alguém ainda se lembra do que aconteceu ao pacote Cravinho? E para foi exilado o ex-ministro do Governo de António Guterres?

14 – Pacto de Emprego para promover o acesso de 25 mil jovens a estágios profissionais. Uma medida que dependerá da boa vontade dos parceiros sociais e cujos resultados prevêem-se naturalmente aquém do número.

15 – Novo apoio público às famílias trabalhadoras com filhos para reduzir o risco de pobreza entre os que trabalham. Mais uma medida para encher o olho, que se traduzirá certamente em insignificantes euros por agregado familiar…

 

Francisco Mota Ferreira, no Novas Políticas.



publicado por Política de Verdade às 19:34
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Quinta-feira, 30 de Julho de 2009

Uma das estratégias da campanha socialista tem sido acusar o PSD de não ter propostas para o país. O Jamais apresenta aqui um vídeo original (não temos dinheiro para contratar a equipa do Obama, mas faz-se o que se pode no sótão lá de casa...), com um resumo de algumas ideias de Manuela Ferreira Leite, apresentadas ontem numa conferência organizada pelo Diário Económico. Aqui fica o registo de algumas dessas ideias alternativas às políticas de José Sócrates.

Via Jamais.



publicado por Política de Verdade às 19:31
30 de Julho, 2009 | link do post | comentar

Já estão na rua os novos cartazes da campanha Política de Verdade para as Eleições Legislativas de 2009. Nesta nova fase de comunicação, o PSD faz eco dos contributos deixados pelos Portugueses na linha telefónica 808 20 2009. 

Estes novos cartazes reflectem o trabalho que vem sendo desenvolvido por Manuela Ferreira Leite e o Partido Social Democrata ao escutar o que os Portugueses vêm dizendo, desde o cidadão comum aos especialistas em todas as áreas de actividade da sociedade civil.



publicado por Política de Verdade às 13:00
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Quarta-feira, 29 de Julho de 2009

 

A proposta ou compromisso (depois do flop dos 150 mil empregos, já não se usa a palavra promessa no PS) de oferecer 200 euros a todas as crianças nascidas é completamente ridícula. Da leitura da peça do Público percebo o que levou os ideólogos socialistas a esta mirabolante ideia: deviam estar a pensar de que forma poderia “comprar” mais votos, e então foram ver o que o amigo Zapatero andava a fazer para destruir a economia espanhola.

E encontraram lá um cheque de 2500 euros por cada bebé. Então toca a copiar a ideia, mas como somos bem mais pobres, a ideia ficou-se pelos 200 euros. A estupidez é ainda maior se verificarmos o verdadeiro significado da mesma. Este dinheiro teria que ser depositado numa conta a prazo, que apenas poderia ser levantado quando os jovens atingissem a maioridade. Segundo contas da Deco, daqui a 18 anos e com os juros actuais, esse dinheiro representaria cerca de 500 euros. Ou seja, já estou a ver os jovens a pegar nesse dinheiro, e gastá-lo numas férias, que nessa altura não deverá dar para ir muito longe...

 

Além de uma medida totalmente inútil, esta é mais uma forma de mostrar pouco respeito pelo contribuinte. Numa altura em que é necessário implementar uma gestão rigorosa da "coisa pública", o PS insiste no desvario que tem afectado Portugal.
 

Nuno Gouveia, no Jamais



publicado por Política de Verdade às 15:36
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A partir das 09h30 pode acompanhar o directo das Conferências "Transformar Portugal", do Diário Económico.

A Presidente do PSD responderá às questões colocadas por empresários e gestores.

A acompanhar e directo em http://www.politicadeverdade.com.



publicado por Política de Verdade às 09:01
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Terça-feira, 28 de Julho de 2009

 

O Instituto Francisco Sá Carneiro, ao longo dos últimos meses, tem publicado uma tabela com a evolução mensal de um conjunto de indicadores que mostram a actual situação de Portugal em várias áreas. Pode consultar aqui.

 

Através dessa análise podemos retirar que, nos últimos 4 anos, o nível de vida dos portugueses praticamente estagnou face à média europeia, tendo passado de 74.6% em 2004 para 75.5% em 2008. Que, no mesmo período, o défice externo subiu de 6.1% do PIB para 10.5% e a dívida externa disparou de 64% do PIB para 97.2%. Ou ainda que o endividamento das famílias e das empresas subiu, entre 2004 e 2008, de 80% para 96% do PIB, e de 116% para 140% do PIB, respectivamente.

 

Estes, além de muitos outros, são os números da Governação Socialista.

 

Dirão que é preciso ter em conta os efeitos da crise mundial que tudo descontrolou. Mas nem a crise tudo justifica. Apesar de avisado, o Governo não a soube antecipar, não a soube interpretar, nem soube responder da forma que se impunha. Quando muitos já propunham medidas alternativas, o Governo continuava agarrado à ideia das grandes obras públicas como a solução de todos os males. Lentamente, muito lentamente, foi percebendo que estava enganado. Mas percebeu demasiado tarde.

 

Mais significativos que estes números, são as previsões de crescimento a médio prazo (2011-2017) publicadas pela OCDE para os 29 Estados-membros da referida Organização. Portugal surge classificado em último lugar, com uns modestos 1,5% (2,3% para a área do euro e 2,7% para a média da OCDE).

 

Estes números são preocupantes e significam que, se não mudarmos de Política,  continuaremos a crescer muito pouco e a divergir.

 

É do confronto com esta realidade, com os resultados da sua governação (ou falta dela), que o Partido Socialista, e particularmente o Primeiro-Ministro, foge, só preocupado em, desde já, fazer promessas para o futuro.

 

Gonçalo de Sampaio, no Novas Políticas



publicado por Política de Verdade às 18:11
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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

A necessidade de novas políticas para combater a pobreza e promover patamares de justiça e equidade sociais superiores em Portugal é, na opinião de membros do Partido Socialista, uma preocupação deslocada no discurso político da oposição, já que o recente relatório do INE sobre Rendimentos e Condições de Vida relativo ao ano de 2007 indica que o risco de pobreza se manteve nos 18% da população e que o indicador de desigualdade desceu para 6,1 (que compara com 6,5 no ano anterior) - ver a recente coluna de opinião do Semanário Expresso de 25 de Julho de 2009. Se se entender o que está em cada um dos indicadores verificamos que temos 18% da população com rendimentos inferiores a 60% da mediana da distribuição dos rendimentos monetários líquidos equivalentes nacionais. Este indicador é, por isso, uma medida relativa de pobreza indexada à evolução global de rendimento nacional. E apesar de esse ser o standard europeu, não será difícil de reconhecer que 60% do rendimento médio em Portugal é algo bastante distinto, infelizmente, de 60% do rendimento médio em Espanha. Complementarmente, a melhoria na dispersão de rendimentos entre os 20% da população mais ricos e os 20% da população mais pobres para 6,1 ainda nos coloca muito acima da União Europeia.


A necessidade na elaboração de novas políticas sociais para enfrentar esta realidade é de facto um motivo de preocupação, não só a evolução dos indicadores não é brilhante, como os seus estado actual reflecte a necessidade de desenvolver políticas de combate à pobreza infantil (com taxas de pobreza de 23%), à pobreza concentrada, à pobreza dos mais idosos (com taxas de pobreza antes de transferências sociais de 85%), à pobreza junto de famílias monoparentais e famílias com 3 ou mais crianças (com taxas de pobreza de 39 e 32% respectivamente) ou mesmo no aumento da pobreza na população com emprego. Este esforço é seguramente longo e superior ao tempo de uma legislatura, mas aparentes melhorias não podem desviar atenção da necessidade de promover políticas essencias para contribuir para mobilidade social. De facto Portugal é o país da União Europeia em que é mais seguro que os pobres permanecam pobres de ano para ano. Existe um tecto para as aspirações que 2 milhões de portugueses podem ter na nossa sociedade. É este tecto que devemos combater como melhor caminho para um efectivo combate à pobreza.
 

Gonçalo Marques Oliveira, no Novas Políticas

 



publicado por Política de Verdade às 18:24
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Domingo, 26 de Julho de 2009

Decorreu, este sábado, dia 25 de Julho de 2009, o Fórum Autárquico “Falar a Verdade”.
Com o Salão da junta de Freguesia do Sabugal repleto de militantes, independentes e simpatizantes, o Mestre de Cerimonias, João Prata deu inicio aos trabalhos. Passaram por lá Presidente da CPS/PSD do Sabugal, Manuel Corte; representante dos candidatos a Presidentes de Junta de Freguesia – Tânia Cameira, a nossa ex-jota, representante dos candidatos às Assembleias Municipais – António Agostinho Lucas da Silva; Passaram ainda os Candidatos a Presidentes dos Municípios com temáticas de reflexão:

Tema: Rentabilizar o sector primário - António Batista Ribeiro (Almeida)

Tema: Cooperação Transfronteiriça - Vítor Martins Santos (Celorico da Beira)

Tema: Sustentabilidade e aproveitamento dos recursos naturais - António Edmundo Ribeiro (Figueira Castelo Rodrigo)

Tema: Potenciar recursos endógenos - José Miranda (Fornos de Algodres)

Tema: Potencialidade das novas acessibilidades - Álvaro Amaro (Gouveia)

Tema: Um combate pelo interior - João Mourato (Meda)

Tema: Incentivo à inovação - António Luís Ruas (Pinhel)

Tema: Ordenar o território, vencer o despovoamento - António Robalo (Sabugal)

Tema: Educação e Formação - Luís Caetano (Seia)

Tema: A Serra da Estrela como pólo aglutinador - Júlio Sarmento (Trancoso)

Tema:Saúde e Solidariedade Social - Gustavo Duarte (Vila Nova de Foz Côa)

Tema: Aproveitamento Turístico.

Dr. Álvaro Amaro e Dr. Paulo Mota Pinto, vice-presidente do PSD, encerraram os trabalhos.

 

Notícia publicada no JSD Secção Guarda



publicado por Política de Verdade às 15:29
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