Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
Esta é a marca sobre a qual nos devemos focar:
 
 
2003
2004
2005
2006
2007
2008
PIB (Port)
-0,80%
1,50%
0,90%
1,40%
1,90%
0,00%
PIB EU
0,87%
1,90%
1,80%
3,10%
2,70%
0,60%
Não conseguimos convergir com os nossos parceiros da EU, logo não conseguimos aproximarmo-nos do nível de vida e desenvolvimento dos nossos parceiros na EU, logo não proporcionamos uma vida melhor aos Portugueses.
O diagnóstico da equação que coloca Portugal no perigo de se tornar um país permanentemente adiado está feito: (i) elevado endividamento; (ii) estado cheio de “gorduras”; (iii) dificuldade em crescer. Detalhando um pouco mais, 50% da dívida externa resulta da factura de energia, 50% da produção nacional vai para o Estado, o nosso tecido empresarial não é suficientemente forte para dinamizar o crescimento desejado.
O triste “fado” que ouvimos, seja onde for, a resignação com que aceitamos os sacrifícios que nos pedem sem “cobrarmos” os resultados, e já andamos nisto desde o início do Séc. XXI (como o tempo passa), deve-se alterar para uma cultura de exigência. Por isso, temos de “meter na cabeça” que, ou resolvemos as questões acima elencadas, que exigem sacrifício de todos nós, mas sabemos que resolveremos parte muito significativa do problema, ou permitimos que sejamos brindados, permanentemente com promessas que nos causam esperança mas nos afastam, cada vez mais, da realidade.

Nuno Carlos Araújo, no "Novas Políticas"



publicado por Política de Verdade às 18:48
8 de Julho, 2009 | link do post | comentar

 
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