Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

A franqueza e a simplicidade, que não o simplismo, da mensagem política deixada por Manuela Ferreira Leite na entrevista de ontem à noite na RTP auguram tudo de bom para as eleições legislativas que aí vêm. Além de tudo, na forma e na substância, a distinguir de Sócrates, Manuela Ferreira Leite falou do seu (da presidente do PSD e do PSD) programa eleitoral e esclareceu, concorde-se ou não, mas sem margem para dúvidas e sem jogos de espelhos, o seu pensamento sobre a natureza ética e o alcance político da composição das listas de deputados. Quem já gosta ou acabar por gostar das propostas e do estilo de Manuela Ferreira Leite, como é o meu caso, dará o seu voto ao PSD abrindo caminho para uma mudança no estado em que o país se encontra. Se, pelo contrário, o "povo" não se achar nem convencido nem esclarecido e o PS for o vencedor e prossiga, portanto, a governação do país com José Sócrates como primeiro-ministro, das duas uma. Ou há um milagre, ou o último a sair que apague a luz e feche a porta.

 

Fernando Martins, no "Cachimbo de Magritte"



publicado por Política de Verdade às 11:54
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