Sábado, 5 de Setembro de 2009
O programa do PSD, na clareza e força das suas ideias, coloca a política de ambiente e cidades como elemento central da prossecução de políticas públicas de desenvolvimento económico e social. 
As soluções apresentadas obedecem a cinco linhas de força para um política transversal: i) a conservação dos recursos ambientais dos ecossistemas e da biodiversidade, ii) a resposta à concentração urbana pela promoção da qualidade do ambiente urbano, em problemas como o saneamento, abastecimento de agua, gestão de resíduos e qualidade de ar entre m outros, iii) na consideração do desempenho ambiental como factor de competitividade das empresas, levando a sério o regime de controle integrado da poluição e premiando os menos poluidores iv) na integração da dimensão ambiental na validação económica, quer aplicando o principio do utilizador pagador pelo utilização de bens públicos, quer na efectiva fiscalização do incumprimento por via das coimas e, por ultimo, na v) promoção de uma nova cidadania de consciência cívica e ambiental. 
Nestes anos, o PS disse não a tudo isto, passou a lado da afirmação destes valores, deixou crescer todos os cogumelos de betão, não avançou um milímetro nos problemas da água e resíduos, amordaçou os reguladores da energia e água subsidiando os preços com o aumento de impostos, reduziu brutalmente as coimas as infracções ambientais e deitou fora, com tantas dispensas, a credibilidade da avaliação ambiental. 
Este era o Primeiro-Ministro que fez a reputação com a co-incineração. Cinco anos passados é evidente que nem um nem outro resolvem problemas...

 

José Eduardo Martins, no "Jamais"



publicado por Política de Verdade às 23:51
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