Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

A maioria socialista, o Governo e o chefe do Executivo fizeram de Portugal o país dos truques. O estilo José Sócrates pôs as autoridades políticas e administrativas sob o signo da manha, do truque e da esperteza primária.


Tome-se, só para exemplo, o caso da educação. Sócrates não teve pejo em apresentar como relatório da OCDE um estudo privado encomendado à la carte. Sócrates não hesitou em lançar os quadros interactivos perante uma plateia de estudantes simulada, composta por crianças contratadas. Sócrates nunca enjeitou a encenação, repetida dezenas de vezes, da distribuição de computadores Magalhães, que, no minuto seguinte, eram retirados aos alunos. Este padrão de comportamento diz tudo sobre a substância da política do PS.

 

Se as políticas fossem boas e sérias, não era necessário o embuste, a dissimulação, o abuso da boa-fé alheia. Se as políticas fossem eficazes e consistentes, não careciam do disfarce e da insídia. Com Sócrates, Portugal tornou-se no país dos truques e corre o risco de se converter num truque de país. Porque desejo outro destino para Portugal e para os portugueses, votarei obviamente no PSD e em Manuela Ferreira Leite.


Paulo Rangel, no "Jamais"



publicado por Política de Verdade às 12:08
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