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Política de Verdade

Política de Verdade

29
Mai09

Dignidade no Partido Socialista

Política de Verdade

Deputada do PS Maria de Belém "não se revê" nas declarações de Vital Moreira sobre BPN

 

Maria de Belém, que preside à comissão parlamentar de inquérito ao BPN, referiu que o PSD tem tido "uma participação activa" e "contribuído para os consensos". Adiantou ainda que não se revê nesse tipo de declarações.

 

Era bom que mais membros do Partido Socialista repudiassem as declarações de Vital Moreira. A começar pelo Secretário-geral, que representa a voz oficial do partido. Caso isso não aconteça, o PS ficará conotado decisivamente com as tristes palavras de Vital Moreira.

 

Publicado também no 31 da Armada

 

Nuno Gouveia, no "Papa Myzena"

 

28
Mai09

Bruxelas não quer ouvir falar de um imposto europeu

Política de Verdade

Comissão contra proposta de Vital Moreira.

 

"Não lhes chegam ver a Europa com o nível de popularidade mais baixo de sempre? Querem pior?". Foi assim que um alto responsável europeu respondeu ontem à discussão que brotou em Portugal de um imposto europeu. Isto diante da sede da Comissão momentos depois de ser evacuada de urgência por um falso alarme de incêndio.

O debate sobre um imposto europeu tem barbas e nunca foi muito longe, tal como a Taxa Tobin, que tributaria as transacções financeiras para evitar a especulação. Soluções tecnicamente possíveis mas complicadas em termos políticos. Esta semana, Vital Moreira, cabeça de lista do PS, parecia juntar as duas dizendo ser uma "possibilidade em aberto" para os socialistas a criação de "imposto europeu [que] pode incidir sobre transacções financeiras ao nível da UE, mas pode ser feito a partir de substituição de uma parte de impostos nacionais". Uma ideia arrasada por toda a oposição e que permanece estacionada na agenda europeia, à espera de uma vaga de fundo que tarda em chegar.

Em Bruxelas nem se quer ouvir falar do tema. Com os índices de opinião sobre as instituições europeias pela hora da morte, a dias das eleições e a meses do referendo irlandês, um imposto europeu era um "tiro no pé", expressam várias fontes ouvidas na Comissão Europeia. Como ideia não se trata de um disparate, explicam, apenas uma hipótese académica, entre outras, que foram incluídas no livro branco para revisão orçamental da UE para o exercício de 2014/20. Depois de muitos contactos, a ex-comissária Dalia Grybauskaite, eleita há dias presidente da Lituânia, disse no final do ano passado que a UE "não estava preparada" para contemplar a imposição de uma taxa aos cidadãos para financiar o orçamento. Mas até ao final deste ano a CE apresentará um documento estratégico para reformar o orçamento até ao fim de 2009. E todas as soluções estão na mesa.

 

Publicado no "Diário Económico"

28
Mai09

Europa, Rangel e Vital (II)

Política de Verdade

A terceira surpresa da campanha chama-se Paulo Rangel. Se Vital personifica a classe política pós-revolucionária, Rangel simboliza uma nova geração política que emerge em Portugal trinta e cinco anos depois de Abril. Com a devida vénia ao ministro Pinho, não faço ideia se comeu muita papa maizena quando era criança. Mas sei que Rangel se tem mostrado bem preparado e combativo nos debates. Mas o que mais impressiona é o modo livre e aberto como discute política, como se viu na tertúlia com a blogosfera no café Nicola.
Para além de coragem, a escolha de Paulo Rangel como cabeça de lista do PSD, mostra que Manuela Ferreira Leite se está a rodear de uma nova geração política. Falo de Rangel como podia falar de Paulo Mota Pinto ou Sofia Galvão, que partilham com Rangel um percurso académico e profissional de sucesso. Estes exemplos são relevantes porque mostram ser possível a pessoas de mérito fora da política e do aparelho partidário, chegar a lugares de topo nos partidos. Neste caso são ambos vice-presidentes do PSD.
Os dados estão lançados. Com a campanha todos os dias nas ruas (e na televisão) qualquer cenário é possível. Tudo depende da dimensão do voto de “protesto”, e sobretudo da abstenção (feriados…), que será a grande incógnita que pode baralhar as contas eleitorais.
Uma eventual vitória do PSD nas europeias, juntamente com os sucessivos escândalos que envolvem Sócrates, o cansaço político do Governo, a crise económica, o desemprego crescente, bem como a progressiva afirmação de Manuela Ferreira Leite como líder da oposição, deixam tudo em aberto para as eleições legislativas. O empenho pessoal do Primeiro-Minsitro na campanha eleitoral contribui para transformar estas europeias na “primeira volta” das legislativas. Sem ter culpa disso, Vital Moreira pode simbolizar o princípio do fim de um ciclo político, enquanto Paulo Rangel corporiza a renovação de um novo PSD que emerge no “outono” socialista.

 

Paulo Marcelo, no "Cachimbo de Magritte"

27
Mai09

Razões para votar no PSD nestas eleições

Política de Verdade

 

Votar no PSD é reeleger Durão Barroso como Presidente da Comissão. A iniciativa Better Regulation é uma muito boa razão para o querer:

- menos custos para as empresas europeias (em particular, para PMEs);

- simplificação da legislação - mais legível, mais propensa à criatividade;

- redução da burocracia;

- maior cuidado nas políticas e seu alcance;

- reduzir o acquis communautaire de 80.000 páginas para pelo menos 50.000.

 

É também isto que está em causa nestas eleições: menos regulação, melhor regulação. São duas faces de uma mesma moeda. E a moeda foi cunhada por esta Comissão.

 

Ana Margarida Craveiro, no "Delito de Opinião"

27
Mai09

Assim vai a campanha...

Política de Verdade

Enquanto o Bloco de Esquerda, persiste nas suas propostas demagógicas, como esta última, de propor o voto a partir dos 16 anos, a CDU faz a campanha para as europeias, com a mesma cassete das legislativas. Agora, Jerónimo de Sousa, arroga-se de ter sido o grande causador para o Partido Socialista estar em risco de perder a maioria absoluta nas próximas legislativas. Era o que faltava!

Parece-me evidente, que foi a ascensão do Partido Social Democrata, baseada numa politica de verdade, credibilidade e competência que tem aproximado o PSD e o PS nas intenções de voto, não sendo de excluir, nem pouco mais ou menos, um cenário de vitória do Partido Social Democrata nas próximas eleições. E quando digo nas próximas, é nas próximas três eleições.

O PS, cometeu o erro de casting, de lançar Vital Moreira. Rapidamente se apercebeu disso, retirando Vital Moreira dos Outdoors, lançando um conjunto de cartazes alusivos a momentos importantes na integração europeia do nosso País. Enganou-se e trocou as datas, como qualquer aluno cábula do ensino básico. Tomou a atitude certa: Retirou de cena (diga-se, dos outdoors) todos os socialistas. Tem agora um outdoor com uns desconhecidos. O melhor de todos.

Sócrates, assume as despesas da campanha e esforça-se, seja em português ou em espanholês, para evitar a derrota nas próximas eleições europeias. Derrota essa, que me parece cada vez mais provável. Pela falta de ideias, pela péssima lista, com Edite Estrela, Ana Gomes, Elisa Ferreira ou Correia de Campos e pela falta de preparação politica do seu candidato.

E já agora, pela excelente campanha que o PSD e o candidato Paulo Rangel têm levado a cabo. O único partido que vai apresentando propostas concretas para a Europa. Que vai mantendo a elevação e o mesmo rumo deste inicio. Este PSD de verdade, credível e coerente, merece cada vez mais a confiança das portuguesas e dos portugueses. Estou convicto que o trabalho realizado será reconhecido, nos próximos actos eleitorais.

 

Tiago Mendonça, no "Laranja Choque"

26
Mai09

A Campanha Eleitoral II

Política de Verdade
Antes das eleições legislativas, os portugueses vão eleger os deputados para o Parlamento Europeu. Uma vitória do PSD poderá ser o início de uma verdadeira mudança para Portugal. E se em termos estratégicos para as legislativas, essa conquista seria estimulante para o PSD, também para a defesa dos interesses nacionais no Parlamento Europeu seria o mais vantajoso.

Senão repare-se nas listas, por exemplo: de um lado, Vital Moreira, provavelmente o candidato mais inapto que o país já assistiu, as candidatas fantasmas Ana Gomes e Elisa Ferreira, ou o renegado deste governo, Correia de Campos, só para citar alguns candidatos. No PSD temos uma lista liderada por Paulo Rangel, que é já um nome incontornável do futuro da política portuguesa, Carlos Coelho, considerado um dos melhores deputados portugueses em Bruxelas, Maria Graça Carvalho, que desempenhou um excelente trabalho como assessora principal do Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, para os assuntos da energia e ensino (e antiga Ministra do Ensino Superior em Portugal), ou Mário David, bastante experiente a nível internacional, com cargos relevantes no PPE e na IDC. Isto apenas para citar os quatro primeiros da lista do PSD. Não há na lista do PSD candidatos contrariados, candidatos renegados, ou candidatos com prémios carreira. E essa é uma grande diferença, que terá consequências no trabalho a desenvolver nos próximos cinco anos no Parlamento Europeu.

Ambos os partidos são europeístas, apesar dos dislates de Vital Moreira, que tem acusado o PSD dos epítetos mais ridículos. Interessa estar atento ao discurso miserabilista de Vital Moreira, que não esquecendo o seu passado no PCP, continua com um argumentário dominado por esses chavões tão em voga na extrema-esquerda europeia, como o “neoliberalismo”, “capitalismo selvagem”, “conservador”, “reaccionário” ou “nacionalista”. Porque da retórica dos candidatos também podemos retirar conclusões sobre a sua acção futura, essa é mais uma razão para não votar PS a 7 de Junho.

Por fim, uma razão de interesse nacional. Cerca de 73 por cento dos portugueses deseja que Durão Barroso continue à frente da Comissão Europeia, com 79 por cento a considerar essa continuidade positiva para Portugal (sondagem do Expresso publicada a 9 de Maio). A melhor forma de contribuir para esse facto é votar no PSD (ou no CDS, que tem uma posição idêntica), que ao contrário dos socialistas, não tem duas caras nesta questão.

 

 

Nuno Gouveia, no "Cachimbo de Magritte"

26
Mai09

A campanha eleitoral I

Política de Verdade

 

Começou ontem oficialmente a campanha eleitoral para as europeias, a primeira de três que vamos ter este ano em Portugal. Os portugueses vão poder escolher, livremente e sem constrangimentos, os seus representantes no Parlamento Europeu, nas autarquias e na Assembleia da República. Em democracia o voto é soberano, e como tal, é nas eleições que as pessoas decidem politicamente o rumo do país (e não na rua ou em manifestações, como alguns gostariam).

Sabendo que isto é um cliché, arrisco a dizer que estas são as eleições mais importantes para Portugal dos últimos 20 anos. Não tenhamos dúvidas que as eleições legislativas serão fundamentais para determinar que país vai ser Portugal no futuro. E aí, a opção que os portugueses vão enfrentar é clara: manter no poder o Partido Socialista, que nos governa desde 1995, com o interregno dos anos 2002-2005; ou eleger uma nova alternativa, liderada pelo PSD e por Manuela Ferreira Leite.

O estado calamitoso que o nosso país atravessa, que já se arrasta desde o pântano criado pelos governos de António Guterres (o tal que o saudoso Sousa Franco um dia considerou o pior governo desde os tempos de D. Maria II), não é de agora. A crise internacional apenas serviu para tornar mais evidente o frágil nível de desenvolvimento que Portugal tem sofrido desde o inicio da década, e que nenhum governo conseguiu alterar. Este governo tem responsabilidades acrescidas, pois teve todas as condições necessárias para alterar o rumo, e apenas manteve em estado comatoso do país, até este ser violentamente atingido pela crise ano passado, quase sem que o governo tivesse dado conta, apesar dos avisos da oposição.
 
Se os portugueses consideram que o rumo definido por José Sócrates é o correcto para o país, então devem voltar a eleger o PS. Se, pelo contrário, pensarem que é possível fazer melhor e que Portugal não está condenado a este miserabilismo estatal que o PS nos tem oferecido, então devem escolher outro caminho.

 

 

Nuno Gouveia, no "Cachimbo de Magritte"

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